12-13/2025
À medida que as produtoras de petróleo entram em mais um ano de operação em reservatórios maduros e tecnicamente complexos, a estratégia de elevação artificial está passando por uma transformação discreta. Em vez de buscar ganhos de produção a curto prazo, as operadoras estão priorizando cada vez mais a precisão da engenharia, a confiabilidade do sistema e o controle dos custos ao longo do ciclo de vida.
No centro dessa transição está a bomba de haste de petróleo, ainda o sistema de elevação artificial mais amplamente instalado em campos petrolíferos terrestres em todo o mundo. Especialistas do setor observam que seu desempenho a longo prazo depende menos da bomba em si e mais do rigor com que ela é selecionada.
Nos últimos meses, equipes de engenharia na Ásia, no Oriente Médio e em partes da América Latina têm revisado os padrões formais de seleção de bombas, à medida que as taxas de falha em poços complexos continuam a aumentar.











